Astronomy

Blog destinado às curiosidades do Universo

9 de outubro de 2007

Supernova a morte de uma estrela

Faz parte da morte de uma determinada estrela, mas nem todas. É a fase após as explosões de uma estrela com mais de 10 massas solares. O brilho que a estrela emite neste estado é tão grande quanto de uma galáxia e com o passar do tempo vai diminuindo até chegarem a um grau inferior aos primeiros.

A explosão  de uma supernova pode expulsar para o espaço até 9/10 da matéria de uma estrela. Com núcleo de massa aproximada de 1,5 massas solares. A pressão  dos elétrons não é mais suficiente para manter o núcleo estável então os elétrons colapsam com o núcleo chocando-se com os prótons originando nêutrons, o resultado é uma estrela composta de nêutrons extremamente densa conecida como estrela de nêutorns ou pulsar. Qundo a masa desse núcleo ultrapassa 3 massas solares então a estrela continua a se colapsar dando origem a uma singularidade conhecida como buraco negro cuja velocidade de escape é superior a velocidade da Luz ( 300.000 km/s).

A Shelton Sn 1987 A foi a primeira supernova estudada com aparelhagem moderna.

A ocorrência desse fenômeno no nosso universo está para cada 10.000 novas estrelas há uma supernova.

criado por spaceculkin    12:56 — Arquivado em: Sem categoria

4 de outubro de 2007

Júpiter O maior Planeta do Sistema Solar

Júpiter é o MAIOR PLANETA DO SISTEMA SOLAR .

Dedicado a Bruno Higher…

Dados Adicionais

* Inclinação: 1,30530 º
* Período de rotação (em torno de si): 9h 55,5m)
* Pressão Atmosférica : 70 kPa
* É o 5º planeta mais próximo do Sol.

Descrição

Tem 63 satélites e uma de suas características marcantes é sua grande mancha vermelha (tempestade de grandes dimensões e de características mais ou menos permanente que contém moléculas orgânicas, carbono e hidrogênio, complexas e com a presença de fósforo vermelho aspirado pelas correntes de gás em movimento na atmosfera. Ex de molécula orgânica.Essa tempestade atinge 500km/h.

Júpiter ainda tem as chamadas ovais brancas (nuvens frias na atmosfera superior) e as ovais castanhas (nuvens mais quentes na camada ‘’normal de nuvens’’).

Júpiter tem 2,5 vezes mais massa (quantidade de matéria) do que todos os outros planetas tomados em conjunto.
Tem 318 vezes mais massa que a Terra. Foi apelidada por muitos de a ‘’estrela falhada’’ mas para ser considerado uma estrela Júpiter teria que ter cerca de 70 x mais massa do que tem.

Mas por mais impressionante que Júpiter seja já se descobriram vários planetas extra-solares (planetas que orbitam uma estrela que não seja o sol) com massas muito maiores.

Júpiter tem a rotação mais rápida de todos os planetas do sistema solar resultando num achatamento facilmente visível através de um telescópio.

Júpiter costuma ser o 4º corpo mais brilhante do céu (depois do Sol, da Lua e de Vênus) Marte e Júpiter costumam dividir o brilho ora um aparece mais brilhante no céu ora outro.

Galileu Galilei descobriu em 1610 4 grandes satélites naturais de Júpiter. Hoje chamados de satélites galileanos (Io, Europa, Ganímedes e Calisto). Foi a 1ª descoberta de movimentos de corpos no espaço não tendo a Terra como o centro

Mancha Vermelha

Sabe-se que por volta de 1880 a mancha tinha o dobro do tamanho atual, cerca de 40.000km de comprimento (onde caberiam 3 planetas Terra) e desde então verifica-se uma diminuicão longitudinal embora sua altura tenha permanecido constante. Em 1979 Voyager 1 e Voyager 2 (sondas espaciais, naves espaciais não tripuladas utilizada para exploração) registraram a cantracção da mancha para os 25.000 km de comprimento. Sabe-se que esta contracção é cerca de 0,19 graus por ano. A explicação para essa contracção é desconhecida, também a intensidade da cor da mancha vermelha varia, o que pode ter a ver com a velocidade dos ventos que circundam a mancha.

As manchas de tempestade do planeta podem durar de horas à séculos. A longa vida da mancha vermelha é difícil de fundamentar. Sendo que o planeta Júpiter é gasoso, não possui uma camada sólida como a Terra, faz com que a tempestade nunca encontre uma superfície na qual seja possível dissipar sua energia. Essa é uma possível explicação para a sua longevidade para a qual ainda não é possível prever um fim.

Composição do Planeta

Júpiter é composto de um centro rochoso imerso em hidrogênio metálico (constitui-se de elétrons e prótons ionizados a uma temperatura bem mais baixa) recoberta de gás hidrogênio.

Atmosfera

86% de hidrogênio, 14% de hélio, metano, vapor de água, amônia, e quantidades desprezíveis de gás carbônico, etano, gás sulfídrico, neon, oxigênio, e enxofre,

Anéis Planetários

Júpter tem anéis planetários formados por partículas de poeira embora não tão evidentes quanto os de Saturno.

Exploração de Júpiter

Júpiter é conhecido desde os tempos remotos, visível a olho nu no céu da noite. Os Estados Unidos enviaram algumas sondas à Júpiter:
 PIONEER 10 dezembro 1973
 PIONEER 11 um ano após PIONEER 10
 VOYAGER 1 março 1979 que descobriu o anel de Júpiter
 VOYAGER 2 julho 1979
 GALILEO ficou em órbita de Júpiter em 1995 e presenciou o impacto do cometa Shoemaker-Levy 9 EM Júpiter enquanto ele se aproximava do planeta em 1994.

Foi descoberto um oceano líquido na Lua de Júpiter, Europa, no final da sonda Galileo que saiu de órbita em Setembro de 2003.

criado por spaceculkin    14:04 — Arquivado em: Sem categoria

História Astronomia

A Astronomia é a mais antiga das ciências. O homem primitivo se interessou em observar os fenômenos que ocorriam à sua volta, bem como, tentar compreendê-los. Não só o deslocamento do Sol em relação ao horizonte, e sua relação com claridade e escuridão, e as fases da Lua, foram fenômenos notados pelos homens pré-históricos. Descobertas arqueológicas têm fornecido evidências de observações astronômicas entre os povos pré-históricos.

Para muitos povos antigos, os astros eram deuses ou símbolos das divindades. Atribuíram-lhes então influências sobre a vida na Terra, dando origem a seitas religiosas e ainda à Astrologia.

Desde a antiguidade, o homem percebeu que podia se utilizar das estrelas para orientar se em viagens. e com a regularidade dos fenomenos celeste também se podi marcar a passagem do tempo. Desde então o céu vem sendo usado como mapa, calendário e relógio.

Os registros astronômicos mais antigos datam de aproximadamente 3000 a. c. e se devem aos chineses, babilônios, assírios e egípios. Naquela época os astros eram estudado com objetivos práticos, como medir a passagem do tempo, para prever a melhor época para o plantio e a colheita ou com objetivos relacionados à astrologia já que acreditavam que os deuses (representados pelos planetas tinham esse poder.

A partir da necessidade e da curiosidade intelectual criou-se uma nova ciência: a Astronomia, cujo objetivo é a observação dos astros, seus movimentos, além de estudos e teorias sobre a origem e evolução do Universo.

criado por spaceculkin    14:01 — Arquivado em: Sem categoria
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